Giro pelo brasileirão
BOTAFOGO X GOIÁS
A noite não era de André Bahia. Ele atuou quase toda a partida com uma proteção na cabeça, depois de um choque com Marcelo Mattos que provocou um sangramento logo nos primeiros minutos de jogo, e acabou vivendo momento pior na etapa final ao ceder o empate ao Goiás com um gol contra - Rafael Marques havia aberto o placar para o Botafogo. Com o 1 a 1, os alvinegros assumem a liderança provisória, mas podem ser ultrapassados por Cruzeiro e Coritiba, que enfrentam Santos e Vasco, respectivamente, neste domingo. O Esmeraldino sobe provisoriamente para a nova posição. O duelo no Mané Garrincha, em Brasília, teve 23.322 pagantes - o maior público do Alvinegro como mandante neste ano.
Com 25 pontos, o Botafogo, agora seca a Raposa (24) e o Coxa (23), e o Goiás, com 17, pode ser ultrapassado por Grêmio e Vasco, e alcançado por Fluminense ou Flamengo. O próximo compromisso do Alvinegro será na quinta-feira, contra o Internacional, às 21h (de Brasília), no Maracanã - o time de General Severiano segue invicto como mandante no Brasileiro, com cinco vitórias e um empate. O Alviverde enfrenta o Flamengo na quarta-feira, às 21h50m, no Serra Dourada.
Marcelo Mattos saiu em defesa de André Bahia e afirmou que o zagueiro não teve culpa no lance do gol contra.
- É complicado, um jogador canhoto naquela posição. Ele fez seu melhor. Sei que é difícil tirar. Mas está ótimo, é um jogador que trabalha muito, não tem culpa nenhuma.
Renan Oliveira, do Goiás, autor do cruzamento que terminou no gol contra de André Bahia, lamentou a chance que desperdiçou quando o seu time ainda perdia por 1 a 0.
- Tive a oportunidade ali, mas foi mais mérito dele (Jefferson). A bola foi forte. Mas valeu pelo esforço e pelo empenho, uma hora o gol ia sair.
Marcelo Mattos saiu em defesa de André Bahia e afirmou que o zagueiro não teve culpa no lance do gol contra.
- É complicado, um jogador canhoto naquela posição. Ele fez seu melhor. Sei que é difícil tirar. Mas está ótimo, é um jogador que trabalha muito, não tem culpa nenhuma.
Renan Oliveira, do Goiás, autor do cruzamento que terminou no gol contra de André Bahia, lamentou a chance que desperdiçou quando o seu time ainda perdia por 1 a 0.
- Tive a oportunidade ali, mas foi mais mérito dele (Jefferson). A bola foi forte. Mas valeu pelo esforço e pelo empenho, uma hora o gol ia sair.
NÁUTICO X ATLÉTICO MG
A fase continua ruim, tanto para Náutico quanto para Atlético-MG. Os pernambucanos estão na última posição da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e convivem com a corda no pescoço - nunca deixaram a zona de rebaixamento nesta temporada. O Galo, que ainda comemora a conquista da Taça Libertadores, desde que bateu o Olimpia, nos pênaltis, não sabe o que é conquistar uma vitória. Com o empate por 0 a 0, neste sábado, na Arena Pernambuco, em confronto válido pela 13ª rodada da competição nacional, já são cinco jogos, com três derrotas e dois empates. No último lance do jogo, em uma disputa no alto, João Felipe reclamou de falta de Jô, mas acabou acertando a bola com um soco - os atleticanos queriam a marcação do pênalti. O árbitro do Rio Grande do Norte Ítalo Medeiros de Azevedo nada marcou. Após o jogo, o atleta do Timbu alegou que não teve a intenção de botar a mão na bola.
- Ele me deu uma cotovelada, eu tentei me proteger, e a bola bateu na minha mão - disse João Felipe em entrevista ao SporTV.
Para a partida, os treinadores armaram as equipes, pelo menos na teoria, respeitando muito os adversários. O Náutico, em situação muito complicada na tabela de classificação, entrou com a obrigação de marcar pontos. Desta forma, perder seria uma tragédia. Zé Teodoro, antes do início do jogo, anunciou que esperaria o Atlético-MG e buscaria apenas as jogadas de contra-ataque. Já Cuca, comandante do Galo, na ausência forçada de Diego Tardelli, lesionado, optou por uma formação mais defensiva, com quatro volantes no meio-campo (Pierre, Josué, Richarlyson e Rosinei). Tudo para, segundo o próprio treinador, ser mais competitivo em jogos fora de casa.
Fonte:A fase continua ruim, tanto para Náutico quanto para Atlético-MG. Os pernambucanos estão na última posição da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e convivem com a corda no pescoço - nunca deixaram a zona de rebaixamento nesta temporada. O Galo, que ainda comemora a conquista da Taça Libertadores, desde que bateu o Olimpia, nos pênaltis, não sabe o que é conquistar uma vitória. Com o empate por 0 a 0, neste sábado, na Arena Pernambuco, em confronto válido pela 13ª rodada da competição nacional, já são cinco jogos, com três derrotas e dois empates. No último lance do jogo, em uma disputa no alto, João Felipe reclamou de falta de Jô, mas acabou acertando a bola com um soco - os atleticanos queriam a marcação do pênalti. O árbitro do Rio Grande do Norte Ítalo Medeiros de Azevedo nada marcou. Após o jogo, o atleta do Timbu alegou que não teve a intenção de botar a mão na bola.
- Ele me deu uma cotovelada, eu tentei me proteger, e a bola bateu na minha mão - disse João Felipe em entrevista ao SporTV.
Para a partida, os treinadores armaram as equipes, pelo menos na teoria, respeitando muito os adversários. O Náutico, em situação muito complicada na tabela de classificação, entrou com a obrigação de marcar pontos. Desta forma, perder seria uma tragédia. Zé Teodoro, antes do início do jogo, anunciou que esperaria o Atlético-MG e buscaria apenas as jogadas de contra-ataque. Já Cuca, comandante do Galo, na ausência forçada de Diego Tardelli, lesionado, optou por uma formação mais defensiva, com quatro volantes no meio-campo (Pierre, Josué, Richarlyson e Rosinei). Tudo para, segundo o próprio treinador, ser mais competitivo em jogos fora de casa.
Fonte:A fase continua ruim, tanto para Náutico quanto para Atlético-MG. Os pernambucanos estão na última posição da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e convivem com a corda no pescoço - nunca deixaram a zona de rebaixamento nesta temporada. O Galo, que ainda comemora a conquista da Taça Libertadores, desde que bateu o Olimpia, nos pênaltis, não sabe o que é conquistar uma vitória. Com o empate por 0 a 0, neste sábado, na Arena Pernambuco, em confronto válido pela 13ª rodada da competição nacional, já são cinco jogos, com três derrotas e dois empates. No último lance do jogo, em uma disputa no alto, João Felipe reclamou de falta de Jô, mas acabou acertando a bola com um soco - os atleticanos queriam a marcação do pênalti. O árbitro do Rio Grande do Norte Ítalo Medeiros de Azevedo nada marcou. Após o jogo, o atleta do Timbu alegou que não teve a intenção de botar a mão na bola.
- Ele me deu uma cotovelada, eu tentei me proteger, e a bola bateu na minha mão - disse João Felipe em entrevista ao SporTV.
Para a partida, os treinadores armaram as equipes, pelo menos na teoria, respeitando muito os adversários. O Náutico, em situação muito complicada na tabela de classificação, entrou com a obrigação de marcar pontos. Desta forma, perder seria uma tragédia. Zé Teodoro, antes do início do jogo, anunciou que esperaria o Atlético-MG e buscaria apenas as jogadas de contra-ataque. Já Cuca, comandante do Galo, na ausência forçada de Diego Tardelli, lesionado, optou por uma formação mais defensiva, com quatro volantes no meio-campo (Pierre, Josué, Richarlyson e Rosinei). Tudo para, segundo o próprio treinador, ser mais competitivo em jogos fora de casa.
Fonte:A fase continua ruim, tanto para Náutico quanto para Atlético-MG. Os pernambucanos estão na última posição da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e convivem com a corda no pescoço - nunca deixaram a zona de rebaixamento nesta temporada. O Galo, que ainda comemora a conquista da Taça Libertadores, desde que bateu o Olimpia, nos pênaltis, não sabe o que é conquistar uma vitória. Com o empate por 0 a 0, neste sábado, na Arena Pernambuco, em confronto válido pela 13ª rodada da competição nacional, já são cinco jogos, com três derrotas e dois empates. No último lance do jogo, em uma disputa no alto, João Felipe reclamou de falta de Jô, mas acabou acertando a bola com um soco - os atleticanos queriam a marcação do pênalti. O árbitro do Rio Grande do Norte Ítalo Medeiros de Azevedo nada marcou. Após o jogo, o atleta do Timbu alegou que não teve a intenção de botar a mão na bola.
- Ele me deu uma cotovelada, eu tentei me proteger, e a bola bateu na minha mão - disse João Felipe em entrevista ao SporTV.
Para a partida, os treinadores armaram as equipes, pelo menos na teoria, respeitando muito os adversários. O Náutico, em situação muito complicada na tabela de classificação, entrou com a obrigação de marcar pontos. Desta forma, perder seria uma tragédia. Zé Teodoro, antes do início do jogo, anunciou que esperaria o Atlético-MG e buscaria apenas as jogadas de contra-ataque. Já Cuca, comandante do Galo, na ausência forçada de Diego Tardelli, lesionado, optou por uma formação mais defensiva, com quatro volantes no meio-campo (Pierre, Josué, Richarlyson e Rosinei). Tudo para, segundo o próprio treinador, ser mais competitivo em jogos fora de casa.
Fonte:A fase continua ruim, tanto para Náutico quanto para Atlético-MG. Os pernambucanos estão na última posição da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e convivem com a corda no pescoço - nunca deixaram a zona de rebaixamento nesta temporada. O Galo, que ainda comemora a conquista da Taça Libertadores, desde que bateu o Olimpia, nos pênaltis, não sabe o que é conquistar uma vitória. Com o empate por 0 a 0, neste sábado, na Arena Pernambuco, em confronto válido pela 13ª rodada da competição nacional, já são cinco jogos, com três derrotas e dois empates. No último lance do jogo, em uma disputa no alto, João Felipe reclamou de falta de Jô, mas acabou acertando a bola com um soco - os atleticanos queriam a marcação do pênalti. O árbitro do Rio Grande do Norte Ítalo Medeiros de Azevedo nada marcou. Após o jogo, o atleta do Timbu alegou que não teve a intenção de botar a mão na bola.
- Ele me deu uma cotovelada, eu tentei me proteger, e a bola bateu na minha mão - disse João Felipe em entrevista ao SporTV.
Para a partida, os treinadores armaram as equipes, pelo menos na teoria, respeitando muito os adversários. O Náutico, em situação muito complicada na tabela de classificação, entrou com a obrigação de marcar pontos. Desta forma, perder seria uma tragédia. Zé Teodoro, antes do início do jogo, anunciou que esperaria o Atlético-MG e buscaria apenas as jogadas de contra-ataque. Já Cuca, comandante do Galo, na ausência forçada de Diego Tardelli, lesionado, optou por uma formação mais defensiva, com quatro volantes no meio-campo (Pierre, Josué, Richarlyson e Rosinei). Tudo para, segundo o próprio treinador, ser mais competitivo em jogos fora de casa.
Fonte: GloboEsporte.com
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