Corintianos adotam respeito e apostam em Santos 'mordido'
A vitória por 2 a 0 sobre o Criciúma, no último domingo, em Santa Catarina, já é passado para o Corinthians (assista aos gols). No desembarque da equipe em São Paulo, o assunto predominante entre os jogadores foi o clássico contra o Santos, marcado para esta quarta-feira, na Vila Belmiro. E o tom foi de respeito, mesmo após a goleada sofrida pelo rival, por 8 a 0, diante do Barcelona, na decisão do Troféu Joan Gamper.
- A derrota deles não vai influenciar em nada. Não pode achar que porque eles perderam de oito lá nós vamos ganhar com facilidade também. É outro jogo e, dentro de campo, serão 11 contra 11. Temos de fazer uma grande partida para continuar subindo na tabela – declarou Renato Augusto, provável titular, já que Pato está lesionado e Sheik suspenso.
Os próprios jogadores do Santos asseguraram que o tropeço na Espanha não terá influência negativa no clássico contra o Corinthians. Entretanto, o clima na Vila Belmiro não é dos melhores. Ainda na Europa, o time sofreu com protestos da torcida e, por isso, alterou o desembarque no Brasil, evitando novo embate com os torcedores. Além disso, as entrevistas da semana no Peixe foram canceladas.
- Tem os dois lados: eles podem estar abatidos, mas entrarão mordidos, querendo ganhar a qualquer custo. Independentemente de terem perdido de oito, quando se trata de um clássico é sempre muito difícil. Contra o São Paulo, eles estavam em crise, tínhamos acabado de ganhar a Recopa e, mesmo assim, foi um jogo muito parelho – recordou o volante Ralf.
Finalistas do Paulistão 2013, Corinthians e Santos estão na zona intermediária da tabela de classificação do Brasileiro. Após duas vitórias consecutivas, os comandados de Tite figuram na sétima colocação, a dois pontos do G-4. O Peixe é o 14º colocado, mas com dois jogos a menos.
- Antes de pensar em título, temos de entrar no G-4 e para isso é importantíssimo ganhar do Santos. Acredito que será um jogo difícil, eles precisam da vitória e nós também – completou Ralf.
*Colaborou Maria Clara Ciasca, sob supervisão de Zé Gonzalez
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